Mais uma vez, estou bêbado.
Mais uma vez, estou aqui.
Só para dizer que estou aqui.
Meus caros amigos
Temos quase 30 anos na cara agora.
Somos quase tão mais velhos que nossos ídolos.
E, de alguma forma.
Não consigo esquecer
A juventude que foi vivida
Tão intensamente nas áreas verdes em frente ao Leonardo Da Vinci.
Bebendo cerveja
Comprada por um companheiro mais velho
Velho Rommel.
Quantos anos não o vejo?
Quanta falta ele faz
Pouco importa se ele plagiava poesia
Quero mais é que estejamos aqui
Mais uma vez
Juntos, bebendo
Relembrando
Os momentos
Cerveja é o mel que escorre dos seios das Valkyrias!
Já diria eu
Na grande sabedoria que os 17 anos me trazia.
Amém a tudo isso, meus amados.
Obrigado por ler.
sábado, 25 de abril de 2020
sexta-feira, 25 de novembro de 2016
Um retorno à juventude
Nossa, isso aqui realmente ainda existe. Que loucura, cara.
Meu ultimo post aqui foi de 4 anos atrás. Esse blog foi criado em 2009... 7 fucking anos atrás.
Ouvi dizer que blogs inativos por 5 anos são deletados. Não podemos deixar isso acontecer com este.
Quer dizer, e aquele vídeo lá da gente enchendo e cara na casa do Betinho? Aquilo é ouro e só tem aqui!
Beijos.
Meu ultimo post aqui foi de 4 anos atrás. Esse blog foi criado em 2009... 7 fucking anos atrás.
Ouvi dizer que blogs inativos por 5 anos são deletados. Não podemos deixar isso acontecer com este.
Quer dizer, e aquele vídeo lá da gente enchendo e cara na casa do Betinho? Aquilo é ouro e só tem aqui!
Beijos.
sábado, 17 de novembro de 2012
UAU, cara
Incrível como isso aqui ainda existe... um ponto vazio no meio da grande Rede virtual, juntando traças e moscas..... eu queria escrever algo aqui, mas eu escreveria melhor bêbado... e ficar falando em escrever bêbado só me faz pensar na cerveja que eu não tenho, no restinho de cachaça que nem vale a pena encarar (só vai me deixar na vontade) e acima de tudo, me faz aumentar as reticências..... pela simples falta de assunto. Aqui em Belém do Pará me passa umas ideias meio malucas: Essas vontades de sentir nostalgias de quando a gente era "di menor" e tomar cerveja na área verde era a coisa mais hardcore que arranjávamos pra fazer, daí vem a ideia de visitar tal blog abandonado.... Eu sei lá se vocês ainda acessam isso aqui, eu sei lá cara, SEI LÁ PORRA.... mas aí vai um grande abraço, se por algum capricho, cá está você também...
Beijos alcoólicos,
e se possível contribua com a discussão -inexistente -, comente ou poste qualquer coisa (pode ser aqui mesmo)
Beijos alcoólicos,
e se possível contribua com a discussão -inexistente -, comente ou poste qualquer coisa (pode ser aqui mesmo)
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Postado primeiramente por Dave C. no Título definitivo
Uma Breve Novela
Eu escrevi "Uma Breve Novela" no título e não sei porque comecei a gargalhar sozinho. Não é uma coisa muito sábia a se fazer às 01:11 da manhã, espero que as pessoas do quarto ao lado não me dêem por maluco.
Mas esse vai ser o título definitivo...
Aquela veadagem de "graphic novel" me deixou bem descrente, afinal, eu sou uma falha épica nas artes visuais, assim como em muitas outras atividades que considero como "hobbie". Bom, eu não desisti. Ainda. Mas por enquanto, vou me virar com o antigo formato.
Em resumo: YAY! MAIS UM TEXTO SEM TÍTULO PARA VOCÊ!!
Ele foi recobrando os sentidos preguiçosamente debaixo do lençol, mas não abriu os olhos. Fosse a hora que fosse, ainda não era hora de se levantar. Sua cabeça ainda transitava pela lembranças da noite passada. O álcool que ainda borbulhava dentro dele o fazia, na sua ilusão, girar suavemente sem parar. Como se alguma entidade sobrenatural embalasse o seu sono. Pedaços de músicas iam e vinham, ele murmurava qualquer besteira, misturava as letras, se esquecia dos rostos, achava graça do que provavelmente tinha acontecido. A cor bege das paredes, o reflexo da luz amarela, o gosto da vodka, do rum, de qualquer outra merda que tivessem levado prá aquele apartamento. O colchão estava tão confortável... nunca estivera tão confortável... esse cheiro. Não era dele. Ah, esse cheiro vinha da festa... do banheiro? Não. Ou talvez sim. Esse cheiro tinha alguma coisa ver com o Paulo. Epa, aquela menina que ele levou... prima dele? Irmã dele? Não sabia dizer... ela estava com ele... Depois da meia-noite e meia a cerveja tinha gosto de mijo e o Leandro tinha vomitado todo o energético na grama. A corda do violão arrebentou.... merda. "Grandes merda" disseram. Lembranças.... vários pedaços delas passeavam e seus olhos fechado.... OPA. O cheiro da garota.... o que?
Ele se virou para a direita e abriu os olhos com calma. Costas nuas. Costas brancas e nuas. O cheiro do perfume dela ou sei lá. O cheiro de sexo o deixou satisfeito. He he he. A noite foi boa. "Preciso fazer isso mais vezes". Só esse gosto seco e nojento na boca... "Preciso beber menos". Aaaah... Hora de levantar. Hum.... é difícil se mover com tanta preguiça debaixo da pele. Mas é preciso. Hora de levantar, se vestir, comer qualquer bagulho da geladeira.... vidinha difícil essa. Ele não podia reclamar.
Ele se levanta e apóia o cotovelo nos joelhos. A garota dorme angelicalmente sob o lençol branco. O vislumbre do seu corpo semi-nu era algo excitante... ah, era. Sara... Samara? Sabrina! Sabrina. O sono de Sabrina era de dar inveja. Sua pele macia também. "Pelo menos eu não fiz nenhuma besteira... longe disso". Sorria lascivamente enquanto admirava-a.
"Bom..."
Sentou-se na beirada da cama. Na mesa de cabeceira, o rádio-relógio marcava exatamente 12:00. Seu relógio de pulso e uma carteira de couro cor-de-rosa estavam lá também. A carteira devia ser dela, obviamente. Ele pegou-a e abriu-a. Ao lado das divisões para cartões, uma cateira de indentidade dentro de um plástico fosco. Ele tira o documento de lá e o analisa. Ninguém fica bem em foto três-por-quatro, mas ela até que tinha dado um pouco de sorte. Talvez por ter nascido com aqueles olhos verdes. "Cara, eu nunca fui de fazer isso. Se encher tanto a cara significa achar mulheres 'desse nível'.... I wonna drink it all!". Virou a indentidade e começou a ler.
Eis o que lhe chamou a atenção:
SABRINA CERQUEIRA CAMPAGNOLLI
NATURALIDADE: BELO HORIZONE - MINAS GERAIS
REGISTRO GERAL: 492383-2
DATA DE NASCIMETO: 04/08/1993
Ele segurou a carteira de indentidade com as duas mãos e apertou os olhos.
DATA DE NASCIMETO: 04/08/1993
"Mil novecentos e noventa e três..." gesticulou com os lábios.
Raciocinou um pouco e fez uma careta.
"PUTA MERDA!"
Mas esse vai ser o título definitivo...
Aquela veadagem de "graphic novel" me deixou bem descrente, afinal, eu sou uma falha épica nas artes visuais, assim como em muitas outras atividades que considero como "hobbie". Bom, eu não desisti. Ainda. Mas por enquanto, vou me virar com o antigo formato.
Em resumo: YAY! MAIS UM TEXTO SEM TÍTULO PARA VOCÊ!!
Ele foi recobrando os sentidos preguiçosamente debaixo do lençol, mas não abriu os olhos. Fosse a hora que fosse, ainda não era hora de se levantar. Sua cabeça ainda transitava pela lembranças da noite passada. O álcool que ainda borbulhava dentro dele o fazia, na sua ilusão, girar suavemente sem parar. Como se alguma entidade sobrenatural embalasse o seu sono. Pedaços de músicas iam e vinham, ele murmurava qualquer besteira, misturava as letras, se esquecia dos rostos, achava graça do que provavelmente tinha acontecido. A cor bege das paredes, o reflexo da luz amarela, o gosto da vodka, do rum, de qualquer outra merda que tivessem levado prá aquele apartamento. O colchão estava tão confortável... nunca estivera tão confortável... esse cheiro. Não era dele. Ah, esse cheiro vinha da festa... do banheiro? Não. Ou talvez sim. Esse cheiro tinha alguma coisa ver com o Paulo. Epa, aquela menina que ele levou... prima dele? Irmã dele? Não sabia dizer... ela estava com ele... Depois da meia-noite e meia a cerveja tinha gosto de mijo e o Leandro tinha vomitado todo o energético na grama. A corda do violão arrebentou.... merda. "Grandes merda" disseram. Lembranças.... vários pedaços delas passeavam e seus olhos fechado.... OPA. O cheiro da garota.... o que?
Ele se virou para a direita e abriu os olhos com calma. Costas nuas. Costas brancas e nuas. O cheiro do perfume dela ou sei lá. O cheiro de sexo o deixou satisfeito. He he he. A noite foi boa. "Preciso fazer isso mais vezes". Só esse gosto seco e nojento na boca... "Preciso beber menos". Aaaah... Hora de levantar. Hum.... é difícil se mover com tanta preguiça debaixo da pele. Mas é preciso. Hora de levantar, se vestir, comer qualquer bagulho da geladeira.... vidinha difícil essa. Ele não podia reclamar.
Ele se levanta e apóia o cotovelo nos joelhos. A garota dorme angelicalmente sob o lençol branco. O vislumbre do seu corpo semi-nu era algo excitante... ah, era. Sara... Samara? Sabrina! Sabrina. O sono de Sabrina era de dar inveja. Sua pele macia também. "Pelo menos eu não fiz nenhuma besteira... longe disso". Sorria lascivamente enquanto admirava-a.
"Bom..."
Sentou-se na beirada da cama. Na mesa de cabeceira, o rádio-relógio marcava exatamente 12:00. Seu relógio de pulso e uma carteira de couro cor-de-rosa estavam lá também. A carteira devia ser dela, obviamente. Ele pegou-a e abriu-a. Ao lado das divisões para cartões, uma cateira de indentidade dentro de um plástico fosco. Ele tira o documento de lá e o analisa. Ninguém fica bem em foto três-por-quatro, mas ela até que tinha dado um pouco de sorte. Talvez por ter nascido com aqueles olhos verdes. "Cara, eu nunca fui de fazer isso. Se encher tanto a cara significa achar mulheres 'desse nível'.... I wonna drink it all!". Virou a indentidade e começou a ler.
Eis o que lhe chamou a atenção:
SABRINA CERQUEIRA CAMPAGNOLLI
NATURALIDADE: BELO HORIZONE - MINAS GERAIS
REGISTRO GERAL: 492383-2
DATA DE NASCIMETO: 04/08/1993
Ele segurou a carteira de indentidade com as duas mãos e apertou os olhos.
DATA DE NASCIMETO: 04/08/1993
"Mil novecentos e noventa e três..." gesticulou com os lábios.
Raciocinou um pouco e fez uma careta.
"PUTA MERDA!"
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Ae galëre
Ae galerinha da bagunça ta todo mundo loquis de dorgas aeaeaeaeaeeaeaeaea
esse blog é mó zoado, qual era o propósito dele mesmo?
Ah, "reunir os textos dos três grandes pensadores de determinada blogosfera"
Acho que a gente não tem muita coisa boa então, né?
...
MONITOR DE LSD LOL
esse blog é mó zoado, qual era o propósito dele mesmo?
Ah, "reunir os textos dos três grandes pensadores de determinada blogosfera"
Acho que a gente não tem muita coisa boa então, né?
...
MONITOR DE LSD LOL
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
O fim do Poucos Termos
Chega ao fim o blog mas divino e poético (acho) da blogosfera. Essa exclusão foi muito pensada e detalhada, talvez um dia o Poucos Termos volte com uma nova cara, mas enquanto esse dia não chega espero que vocês façam belas postagens em seus devidos blogs, Adeus.
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Mudança
Como a tempos já devia ter feito mudei o link do meu blog (Poucos Termos)
Posto aqui o novo link: http://poucostermos.blogspot.com/
Seguido da imagem de uma gata para animar as visitas. XD
http://poucostermos.blogspot.com/
Posto aqui o novo link: http://poucostermos.blogspot.com/
Seguido da imagem de uma gata para animar as visitas. XD
http://poucostermos.blogspot.com/
quinta-feira, 26 de março de 2009
Poema Escarlate
Postado originalmente no Oceano-nonsense por Pedro Reis.
Sábado, 4 de Outubro de 2008
Vermelho cor-de-boca
Sangue aflito
Sangue de gente
ou mesmo de mito
Tudo tão colorido
Tão monocromático
Como é aromático
O vermelho cor-de-boca
E a gente corre
E a gente morre
E nem liga
Porque, essas coisas, não se evita
E se faz de tudo (ou de nada)
besteira é coisa pouca
Nada como a voz rouca
De um par de línguas cansadas
E então se atira a seta
Alegria manifesta
E a gente se completa
E tudo que não presta
A gente esquece que detesta
Porque eu só quero ser e estar
Sem parar nem pensar
Onde você é meu ar
Ainda que invisível e impossível de tocar
Que possa te respirar. Afinal, no presente momento,
eu já a aspiro.
Sábado, 4 de Outubro de 2008
Vermelho cor-de-boca
Sangue aflito
Sangue de gente
ou mesmo de mito
Tudo tão colorido
Tão monocromático
Como é aromático
O vermelho cor-de-boca
E a gente corre
E a gente morre
E nem liga
Porque, essas coisas, não se evita
E se faz de tudo (ou de nada)
besteira é coisa pouca
Nada como a voz rouca
De um par de línguas cansadas
E então se atira a seta
Alegria manifesta
E a gente se completa
E tudo que não presta
A gente esquece que detesta
Porque eu só quero ser e estar
Sem parar nem pensar
Onde você é meu ar
Ainda que invisível e impossível de tocar
Que possa te respirar. Afinal, no presente momento,
eu já a aspiro.
quinta-feira, 19 de março de 2009
Bom
Bom, venho aqui vos falar sobre as mais novas enquetes trinitárias:
Quem é o mais legal da Trindade?
David
Rommel
O Álcool
As Drogas
P.S.: Como eu sou o mais chato, eu me incluí fora da lista \o/
O que A Trindade deveria postar mais em seu blog?
Mais vídeos
Mais textos randômicos
Mais poemas
Acaba logo com essa porra desse blog ¬¬
É isso aí, não deixe de votar \õ/
Quem é o mais legal da Trindade?
David
Rommel
O Álcool
As Drogas
P.S.: Como eu sou o mais chato, eu me incluí fora da lista \o/
O que A Trindade deveria postar mais em seu blog?
Mais vídeos
Mais textos randômicos
Mais poemas
Acaba logo com essa porra desse blog ¬¬
É isso aí, não deixe de votar \õ/
quinta-feira, 12 de março de 2009
Originalmente postado por G-Zuis no Poucos Termos
Poesia
Enquanto passam as horas,Meus pensamentos teimam comigo,
E a tinta que vos escreve,
Continua sem rumo,
Vêm as palavras confusas,
E os pensamentos desconexos,
Prontos para enlouquecer-me,
Neste mar de incertezas,
Vão-se os minutos que tornam-se anos,
E a mente calada zombando de mim,
Ri de todas essas minhas desilusões,
Quanto mais perto pareço chegar,
Mais longe estou,
E entendo o porque do meu afastamento!
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